Bilionários em 2026: A Nova Era da Riqueza Extrema e Seus Desafios Globais
Enquanto a fortuna dos super-ricos atinge recordes históricos, crescem os debates sobre desigualdade, filantropia e o papel do capital na economia mundial.
Enquanto a fortuna dos super-ricos atinge recordes históricos, crescem os debates sobre desigualdade, filantropia e o papel do capital na economia mundial.
Em meio à pandemia e à volatilidade econômica, o setor de luxo global não apenas resistiu como cresceu, impulsionado por novos hábitos de consumo e pela ascensão de milionários digitais.
Relatório aponta que fortuna dos mais ricos atingiu US$ 15 trilhões, exacerbando lacuna social e econômica.
Relatório revela que os 10 maiores bilionários do mundo somam R$ 4,2 trilhões, impulsionados por tecnologia e energia renovável.
Mercados globais derretem e patrimônio dos super-ricos despenca em meio a temores de recessão e guerra comercial
De iates submersíveis a ilhas artificiais climatizadas, a nova riqueza busca exclusividade absoluta e experiências que o dinheiro comum não pode comprar.
Patrimônio dos super-ricos sofre maior queda trimestral desde 2008; Elon Musk, Jeff Bezos e Bernard Arnault lideram perdas.
De iates a jatos privados, o consumo de ultra-ricos cresce 12% ao ano, impulsionado por novas fronteiras digitais e ESG
Lista da Forbes de 2026 revela fortuna combinada de US$ 13 trilhões, com Elon Musk liderando e surpresas como o magnata indiano Gautam Adani ganhando destaque.
A pandemia de COVID-19 acelerou a concentração de renda e criou um novo clube de bilionários, com fortunas disparando nos setores de tecnologia, saúde e logística.