Geração de Escritores Contra a Inteligência Artificial: Um Novo Manifesto Literário
Mais de 500 autores assinam carta aberta pedindo regulamentação do uso de IA na literatura, alegando risco à originalidade e ao sustento dos escritores.
Escritores se unem contra a IA na literatura
Em um movimento inédito, mais de 500 escritores de todo o mundo, incluindo nomes como Margaret Atwood, Haruki Murakami e J.K. Rowling, assinaram uma carta aberta pedindo regulamentação urgente sobre o uso de inteligência artificial na criação literária. O documento, divulgado nesta terça-feira, alerta para os riscos de a IA substituir o trabalho humano, comprometendo a originalidade e a diversidade na literatura.
O manifesto, intitulado ‘Pela Alma da Escrita’, critica empresas de tecnologia que treinam modelos de linguagem com obras protegidas por direitos autorais sem autorização ou compensação. ‘A literatura é uma expressão única da experiência humana, e não pode ser reduzida a algoritmos’, afirma o texto.
A iniciativa ganhou força após a descoberta de que romances best-sellers foram usados para treinar o GPT-4 e outros sistemas. Organizações como a Sociedade de Autores e o Sindicato dos Escritores apoiaram a causa. A carta será enviada à UNESCO e a governos de países como EUA, Reino Unido e França.
Especialistas acreditam que a pressão pode levar a novas leis de propriedade intelectual para a era digital. Enquanto isso, escritores independentes tême que a IA possa inundar o mercado com livros genéricos, ameaçando a sobrevivência de autores iniciantes.


