Viagens

Turismo Sustentável: As 10 Cidades que Lideram a Revolução Verde nas Viagens em 2026

De Copenhague a Curitiba, destinos globais adotam soluções inovadoras para reduzir impacto ambiental e atrair viajantes conscientes.

As Cidades Mais Sustentáveis para Visitar em 2026

O turismo sustentável deixou de ser tendência para se tornar prioridade. Em 2026, cidades ao redor do mundo competem para oferecer experiências que aliam lazer e responsabilidade ambiental. Levantamento da Organização Mundial do Turismo (OMT) revela os 10 destinos que mais avançaram em práticas verdes, com destaque para transporte limpo, hospedagem ecológica e preservação cultural.

Copenhague, na Dinamarca, lidera o ranking pelo sexto ano consecutivo. A capital investiu em ciclovias inteligentes e hotéis carbono neutro, como o Hotel Green. Já Curitiba, no Brasil, surpreende ao ocupar o 4º lugar, graças ao sistema de ônibus elétricos e parques urbanos que integram visitantes à natureza.

Outras cidades notáveis incluem Vancouver (Canadá), Estocolmo (Suécia) e Singapura, que transformou jardins verticais em atração turística. Na Ásia, Quioto (Japão) combina tradição e sustentabilidade, com templos que usam energia solar. Na Oceania, Wellington (Nova Zelândia) aposta em gastronomia local e compensação de carbono.

Para os viajantes, a Organização Mundial do Turismo recomenda buscar certificações como Green Key e EarthCheck na hora de escolher hotéis e passeios. “Viajar sustentável não é mais um luxo, é uma necessidade”, afirma a presidente da OMT, Zurab Pololikashvili.

O estudo também aponta que 73% dos turistas globais preferem destinos com políticas ambientais claras. Em resposta, governos locais criaram incentivos fiscais para empresas que adotam práticas verdes. Na Europa, a União Europeia lançou o selo Travel Green 2026, válido para 200 cidades do bloco.

No Brasil, Curitiba serve de modelo para outras capitais. O prefeito Rafael Greca destaca a importância do transporte público elétrico e da coleta seletiva de lixo nos pontos turísticos. “Queremos que o turista colabore com a cidade, não que a explore”, diz.

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