Eles controlam metade do mundo: os 10 bilionários mais poderosos de 2026
Com fortuna combinada de US$ 2,3 trilhões, magnatas da tecnologia e finanças redefinem o poder global e acirram debate sobre desigualdade.
O clube dos super-ricos nunca foi tão exclusivo
Em 2026, apenas dez pessoas concentram mais riqueza do que a soma do PIB de países como Brasil e Índia. O ranking anual da Forbes mostra que os bilionários do topo — encabeçados por Elon Musk, Bernard Arnault e Jeff Bezos — viram suas fortunas crescerem 18% em média, impulsionadas pela inteligência artificial e fusões bilionárias.
Musk, com US$ 420 bilhões, deve seu posto à Tesla, SpaceX e xAI; Arnault (LVMH) soma US$ 310 bi com luxo global; e Bezos (Amazon) chega a US$ 260 bi. A lista inclui ainda Mark Zuckerberg (Meta), Larry Ellison (Oracle), Warren Buffett (Berkshire Hathaway), Bill Gates (Microsoft), Mukesh Ambani (Reliance), Gautam Adani (Adani Group) e Michael Bloomberg (Bloomberg LP).
Críticos apontam que os super-ricos pagam menos impostos proporcionais que a classe média, enquanto governos discutem taxação global de fortunas. A concentração de poder também preocupa: esses bilionários controlam veículos de mídia, redes sociais e infraestrutura espacial.
Enquanto isso, a filantropia avança: Gates e Buffett lideram o Giving Pledge, mas especialistas dizem que doações voluntárias não substituem políticas públicas.



