Viagens

Destinos Surrealistas: O Boom das Viagens Temáticas em 2026

De hotéis flutuantes na Amazônia a expedições no Ártico, o turismo de nicho cresce 40% este ano, impulsionado por buscadores de experiências únicas.

Viagens Temáticas: A Nova Fronteira do Turismo

Em 2026, o setor de viagens testemunha uma revolução silenciosa, mas poderosa. Segundo dados da Organização Mundial do Turismo, as chamadas ‘viagens temáticas’ cresceram 40% em relação ao ano anterior, com destinos que vão desde hotéis sustentáveis na Amazônia até expedições científicas no Ártico. O fenômeno, batizado de ‘Experiencialismo’, reflete a busca por autenticidade e imersão total.

A tendência é impulsionada por viajantes millenials e da Geração Z, que priorizam vivências únicas sobre o turismo de massa. Empresas como a Ecotrip e a VoyagerX já oferecem pacotes personalizados, como estadias em vilarejos remotos na Índia ou roteiros gastronômicos no Peru. ‘Não vendemos apenas passagens, vendemos histórias para contar’, afirma Carlos Mendes, CEO da VoyagerX.

No Brasil, destinos como Fernando de Noronha e a Chapada dos Veadeiros lideram as buscas, enquanto no exterior, a Islândia e a Nova Zelândia continuam no topo. A Amazon Prime Video lançou recentemente um documentário sobre o turismo de base comunitária na Tanzânia, que impulsionou as reservas em 30%.

Especialistas alertam, no entanto, para os desafios da sustentabilidade. ‘Viajar com propósito é o futuro, mas sem regulamentação, podemos destruir justamente aquilo que procuramos’, pondera a ambientalista Marina Silva. Ainda assim, a previsão é de que o mercado de viagens temáticas movimente US$ 2 trilhões até 2030, consolidando-se como o novo normal do turismo global.

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