Bilionários

Bilionários da América Latina Veem Fortuna Crescer 20% em 2025

Levantamento exclusivo mostra que riqueza dos super-ricos da região saltou para US$ 450 bilhões, impulsionada por tecnologia e commodities.

Novo Recorde

Os bilionários da América Latina atingiram um novo recorde de fortuna combinada em 2025, somando US$ 450 bilhões, um aumento de 20% em relação ao ano anterior, segundo levantamento do Instituto de Estudos Econômicos. O crescimento foi puxado por empresários dos setores de tecnologia e commodities, com destaque para brasileiros e mexicanos.

Destaques Regionais

O Brasil lidera com 45 bilionários, acumulando US$ 180 bilhões. O empresário Jorge Paulo Lemann e seus sócios da 3G Capital viram suas participações na Kraft Heinz e na Heineken valorizarem. No México, Carlos Slim ampliou sua fortuna para US$ 100 bilhões, impulsionado pela América Móvil e novas apostas em energia. Já no Chile, Iris Fontbona e família mantêm-se entre os maiores, com US$ 25 bilhões, graças ao cobre.

Tecnologia em Alta

O setor de tecnologia foi o que mais contribuiu para o crescimento. O brasileiro Rafael Chamas, fundador da fintech Nubank, viu sua fortuna saltar 35% para US$ 8 bilhões. Na Argentina, Marcos Galperin (Mercado Livre) alcançou US$ 12 bilhões. Startups de inteligência artificial e fintechs atraíram investimentos globais.

Desigualdade e Críticas

Especialistas apontam que a concentração de riqueza agrava a desigualdade na região. Oxfam alerta que 1% dos mais ricos detêm 40% da riqueza latino-americana. Governos discutem medidas como impostos sobre grandes fortunas, mas enfrentam resistência política.

Previsões

Para 2026, analistas projetam novo crescimento, com possíveis fusões e aquisições no setor de energia verde. A COP30, a ser realizada em Belém, pode impulsionar investimentos em sustentabilidade.

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